A Valorização do Produtor Rural e a Importância da Educação Técnica: O papel da formação de profissionais para o setor agropecuário 4z4c1i
(Foto: Reprodução) – O setor agropecuário brasileiro é um dos pilares da economia nacional, responsável por 27,5% do PIB, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). 5w3l4x
Sendo um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, o setor não apenas movimenta a economia, mas também gera milhões de empregos diretos e indiretos. Contudo, o crescimento contínuo desse setor, aliado à necessidade de práticas mais sustentáveis e tecnológicas, exige profissionais cada vez mais estruturais para enfrentar desafios e maximizar a produção de maneira responsável.
A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) estima que 200 mil novos postos de trabalho serão criados até 2025, principalmente em áreas que combinam tecnologia, sustentabilidade e gestão eficiente. Para que o Brasil mantenha sua posição de liderança no agronegócio, é essencial formar profissionais que saibam integrar inovação e sustentabilidade, e é exatamente nesse ponto que a Escola Técnica Agropecuária Engenheiro Salvador Arena (ETASA) se destaca.
Valorização do Produtor Rural: Um Pilar da Economia Nacional
O produtor rural é o coração da cadeia produtiva que sustenta o agronegócio brasileiro. Com o ar dos anos, o perfil desse profissional mudou radicalmente. Hoje, ele precisa dominar práticas de manejo sustentável, usar tecnologias avançadas e adotar uma gestão eficiente dos recursos. Esse processo de modernização a pela valorização e capacitação técnica, que são fundamentais para a continuidade e crescimento sustentável do setor agropecuário no Brasil.
A valorização do produtor rural está diretamente ligada à sua capacidade de se adaptar e evoluir junto com as novas exigências do mercado. Nesse sentido, a Escola Técnica Agropecuária Engenheiro Salvador Arena (ETASA) cumpre um papel fundamental ao oferecer uma formação técnica completa, preparando seus alunos para os desafios e inovações do campo.
A diretora da ETASA, Cristina Favaron Tugas, ressalta: “Nosso objetivo é formar profissionais capacitados não apenas para operar, mas para liderar as mudanças no campo, garantindo a integração de novas tecnologias com práticas sustentáveis e produtivas.”
A Importância da Educação Técnica no Agro
A educação técnica é um diferencial para quem deseja ingressar ou se aprimorar no setor agropecuário. O curso técnico em Agropecuária da ETASA oferece uma formação robusta e abrangente, capacitando seus alunos para atuar em áreas como Agronomia, Zootecnia, Gestão Ambiental e Engenharia Agrícola. A ETASA proporciona um aprendizado equilibrado entre teoria e prática, essencial para desenvolver profissionais preparados para as demandas reais do campo.
A experiência prática é um dos seus grandes diferenciais. A Escola compartilha suas instalações com uma empresa agroindustrial própria, onde os alunos participam de atividades práticas, como o cultivo de soja, milho, café, pecuária de corte e leite e avicultura de postura. Esse contato direto com a produção permite aos estudantes aplicar na prática o conhecimento adquirido em sala de aula, tornando-os aptos a enfrentar os desafios do setor de forma completa e integrada.
Oportunidades de Crescimento no Mercado de Trabalho
O mercado de trabalho para profissionais técnicos no setor agropecuário é promissor. Empresas e propriedades rurais estão em busca de profissionais que possam implementar práticas inovadoras e sustentáveis, aumentando a eficiência da produção. A formação oferecida pela ETASA coloca seus alunos em posição de destaque no mercado, preparada para liderar mudanças e inovações no campo.
Processo Seletivo da ETASA
Para aqueles que desejam se especializar no setor agropecuário, a ETASA está com inscrições abertas para o processo seletivo de 2025. O curso técnico em Agropecuária, é totalmente gratuito e oferece 40 vagas para uma formação intensiva de dois semestres, abordando as principais áreas do agronegócio. Além do aprendizado teórico e prático, os alunos contam com o e do Núcleo de Apoio a Carreira (NAC), que oferece workshops e incentivo ao empreendedorismo.
A ETASA também oferece uniformes e materiais didáticos sem custo para os alunos, Além de benefícios sociais (transporte, moradia e alimentação) para os alunos que se enquadram nos critérios socioeconômicos da instituição, garantindo ibilidade a todos. As inscrições vão de 21 de outubro a 22 de novembro de 2024 exclusivamente no site da escola:www.escolatecnicasalvadorarena.org.br/processo-seletivo.
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Fonte: Fundação Salvador Arena e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/10/2024/17:28:07
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Produtor rural precisará emitir NF eletrônica a partir de janeiro 6sz73
Agricultor com faturamento abaixo e acima de R$ 1 milhão tem até o final do ano para aderir ao novo sistema (Foto: Reprodução)
A mudança impulsionará uma transformação tecnológica para os pequenos e médios produtores, segundo a CNA.
Os produtores rurais devem utilizar, obrigatoriamente, a NFP-e (nota fiscal eletrônica) nas operações estaduais a partir de 2 de janeiro de 2025.
Na data, o documento comprobatório físico (de papel) ficará inválido. O processo será feito pelo site da Secretaria da Fazenda dos Estados de forma 100% on-line. O o a o da emissão vai depender de cada unidade da Federação.
Antes do fim do prazo, os produtores precisam emitir a certificação eletrônica, uma espécie de eletrônica, caso não a tenham. Ela pode ser feita a partir das ACs (Autoridades Certificadoras), como o Serasa, por exemplo. Foi o que explicou ao Poder360 a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). O governo federal disponibiliza aqui uma lista das autoridades certificadoras autorizadas.
A mudança impulsionará uma transformação tecnológica para os pequenos e médios produtores, segundo a CNA. O coordenador do Núcleo Econômico da entidade, Renato Conchon, diz que a operação é “difícil” para o setor.
Segundo Conchon, menos da metade das propriedades agropecuárias têm internet atualmente. A CNA discute com o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) possíveis flexibilizações da mudança. Todas ainda estão em estudo, explicou o coordenador.
Eis os processos em discussão:
autorização ao contador para emitir: caso o produtor não consiga emitir a nota por falta de internet, poderia vir a solicitar que um contador a realizasse por meio de uma procuração;
autorização ao sindicato para emitir: está em discussão uma possível emissão de nota fiscal por meio do sindicato. A preocupação, neste caso, seria o número alto de procurações em nome do representante da categoria. Já há um projeto piloto em Minas Gerais para testar a funcionalidade deste processo a partir da certificação eletrônica;
nota de contingência: a nota de contingência é utilizada atualmente por estabelecimentos comerciais como uma medida temporária em caso de problema de conexão com a internet. Nesta situação, o sistema ainda emite a nota fiscal do cliente, mas por falta de conexão restringe a automatização do cadastro ao sistema da Secretaria de Fazenda. O comerciante tem o prazo de 24h para submetê-la manualmente. A proposta da CNA é estender esse procedimento aos produtores rurais.
Até então, nem todos os produtores têm obrigatoriedade de emitir nota fiscal eletrônica. A partir do fim do prazo, em janeiro, todos devem ar a realizar emissão via internet. Não há previsão de multa para quem não aderir, apesar de a nota física perder a validade.
Prazo tinha sido adiado
Originalmente, os prazos para a obrigação de emissão on-line da nota fiscal variavam de acordo com o faturamento anual do produtor rural. No entanto, com as chuvas que atingem o Rio Grande do Sul desde o fim de abril, a obrigatoriedade foi definida sem distinção para janeiro do próximo ano. Eis a íntegra (PDF – 136 KB).
Produtores com faturamento abaixo de R$ 1 milhão
prazo inicial: julho de 2024;
prazo prorrogado pela 1ª vez: para dezembro;
prazo atual definido: para janeiro de 2025; definido por conta das chuvas no Rio Grande do Sul.
Produtores com faturamento acima de R$ 1 milhão
prazo inicial: maio;
prazo atual definido: janeiro de 2025; definido por conta das chuvas no Rio Grande do Sul.
Fonte: Portal Poder 360 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/06/2024/12:12:21
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Contra apoio à Ferrogrão, 50 entidades fazem boicote a ação da Cargill 4k6a39
(Foto: Divulgação)- Cargill, gigante do agronegócio, é acusada de tentar “limpar imagem” por meio de programa de incentivo socioambiental.
Um grupo que reúne mais de 50 entidades, entre organizações não governamentais e movimentos sociais, vai lançar nesta quarta-feira (3/4) um boicote contra uma ação da Cargill, gigante multinacional do agronegócio, que se pretende a estimular iniciativas socioambientais no Brasil.
O manifesto acusa a multinacional de usar o programa “Semeia Fundação Cargill 2024” para promover “greenwashing”, ou seja, tentar “limpar” uma imagem contrária à sustentabilidade por meio de discursos e ações por práticas sustentáveis.
Entre as ações da Cargill criticadas pelo grupo de entidades estão suposto estímulo a “desmatamento, grilagem de terras, perda de biodiversidade, e utilização de cada vez mais agrotóxicos” e o apoio à construção da Ferrogrão.
A ferrovia de 933 quilômetros entre Sinop (MT) e Miritituba (PA) foi incluída pelo governo Lula no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O texto contra a Cargill reuniu s de movimentos aliados ao PT, como o MST e o MTST, além de entidades de defesa de povos indígenas, como Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Instituto Raoni e Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e organizações internacionais como Amazon Watch e Robert. F. Kennedy Human Rights.
Por meio do “Semeia Fundação Cargill 2024”, que tem inscrições abertas até o próximo dia 8 de abril, a multinacional vai “identificar, estimular o desenvolvimento e apoiar iniciativas socioambientais e negócios de impacto” por cooperativas, empresas e organizações da sociedade civil. Serão selecionados 15 projetos, em cidades onde a empresa atua, que receberão financiamentos entre R$ 100 mil e R$ 150 mil da fundação.
Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/04/2024/16:52:35
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Cidade do Pará se destaca como a mais rica no agronegócio, confirma IBGE 2l3h2o
( – Foto: Divulgação) – Paragominas foi reconhecida como a cidade do Pará mais rica no agronegócio e também a primeira colocada entre todas as localidades da Região Norte, segundo levantamento do IBGE divulgado no último mês. O município figura na lista das 100 cidades mais ricas do Brasil, posicionando-se no 61º lugar, com mais de R$ 2 bilhões em valor produzido no último ano. O levantamento foi feito com dados pesquisados em 2022 a partir de uma análise que considerou critérios como área colhida, produção, valor da produção das lavouras e rendimento.
Para Bazílio Carloto, diretor-presidente da COOPERNORTE, maior cooperativa agroindustrial da Região Norte, a conquista reconhece o município, onde fica localizada a cooperativa, como um potencial notável no setor agrícola e pecuário. “Estamos extremamente orgulhosos de fazer parte desta comunidade e de participar do crescimento de Paragominas. O município tem se tornado cada vez mais um exemplo nacional de desenvolvimento econômico agropecuário aliado à inovação, tecnologia e sustentabilidade”, destaca.
A cidade tem se destacado com eventos importantes para o calendário nacional do agronegócio, como a SHOW AGRO COOPERNORTE, maior feira agro da Região Norte, que na edição deste ano bateu recorde de faturamento, com mais de R$ 1,3 bilhão em negócios realizados. A feira reúne empresas de diversos ramos do setor agrícola e pecuário, além de trazer à cidade palestras exclusivas com os maiores nomes do agronegócio nacional.
O carro-chefe do município, a soja, também tem demonstrado forte crescimento nos últimos anos. Apenas na safra 22/23 da COOPERNORTE, foi registrada a colheita de cerca de 7,2 milhões de sacas de soja em áreas de cooperados e clientes, representando um aumento de aproximadamente 15% em relação ao ano anterior.
Na colheita da safrinha, estima-se que o milho, carro-chefe da segunda safra, alcance uma média de 80 a 100 sacas por hectare. Houve um aumento de 60% na área plantada para a segunda safra em relação ao ano ado.
“Temos a convicção de que Paragominas continuará se destacando no cenário do agronegócio brasileiro, desempenhando um papel fundamental no crescimento econômico do Pará e de toda a Região Norte”, conclui Bazílio Carloto, diretor-presidente da COOPERNORTE.
Colheita de Soja – Coopernorte Foto: Divulgação
Fonte: Compre Ruaral / Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/10/2023/ 05:58:07
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“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: folhadoprogresso-br.diariodomt.com e-mail:[email protected]/ou e-mail: [email protected]
“Nunca as exportações ultraaram US$ 16 bilhões em um único mês, considerando-se toda a série histórica iniciada em 1997”, destacou o Ministério da Agricultura em nota.
As exportações do agronegócio brasileiro em maio somaram US$ 16,78 bilhões, 11,2% mais que em igual mês de 2022 e um novo recorde. “Nunca as exportações ultraaram US$ 16 bilhões em um único mês, considerando-se toda a série histórica iniciada em 1997”, destacou o Ministério da Agricultura em nota.
“Com o recorde, a participação do agronegócio nas exportações totais brasileiras alcançou 50,8%.” Em soja grão, as vendas totalizaram US$ 8,13 bilhões, resultado também recorde para o mês. As vendas externas de farelo de soja foram destaque, com US$ 1,43 bilhão (+32,0%).
No acumulado do ano, janeiro a maio, as exportações do agro somaram US$ 67,3 bilhões, crescimento de 5,8% na comparação com o mesmo período em 2022. “Entre os destaques que mais contribuíram para o desempenho favorável estão os recordes em soja em grão, farelo de soja, frango e carne suína em valor e quantidade; recorde de milho e açúcar em valor; celulose e óleo de soja, recordes em quantidade”, disse a pasta.
A expectativa do ministério é de que em 2023 o Brasil se torne o maior exportador de farelo de soja do mundo. Em maio, “o produto registrou recorde em valor (US$ 4,76 bilhões) e quantum (8,84 milhões de toneladas)”.
Fonte: POR ESTADAO CONTEUDO e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/06/2023/10:08:01
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Desastres naturais causaram prejuízos de R$ 170 milhões ao agronegócio 5a2m11
Os dados são de 2022. No acumulado de 2015 para cá, o dano ao setor supera R$ 1 bilhão. Em 2023, dados não oficiais indicam que o prejuízo será ainda maior. (Foto:Divulgação).
Os desastres naturais causaram prejuízos de mais de R$ 170 milhões ao agronegócio no estado do Pará, no ano de 2022. Ao todo, foram registradas 211 ocorrências, a exemplo de inundações, enxurradas, erosões e deslizamentos, que causaram perdas na agricultura (R$ 117 milhões) e na pecuária (R$ 53 milhões). No acumulado de oito anos (de 2015 a 2022), as perdas no agronegócio ultraam R$ 1,1 bilhão.
“Os desastres naturais causam grandes prejuízos para os municípios, o setor privado e o estado do Pará, tanto quando há uma grande estiagem, quanto as fortes chuvas, ventania, alagamentos e enxurradas, que são mais comum no inverno amazônico e causam prejuízos para o sistema viário, a agricultura e a pecuária”, declara o presidente da Federação das Associações dos Municípios do Pará (Famep), Nélio Aguiar, que é prefeito de Santarém.
O levantamento da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, e sistematizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e Famep, aponta que, no acumulado do ano de 2015 para 2022, os desastres naturais causaram prejuízos de mais de R$ 1,1 bilhão ao agronegócio.
“A Confederação Nacional dos Municípios faz esse debate junto ao governo federal porque a quantidade de recursos para a recuperação desses prejuízos é aquém do necessário. Os prejuízos são bem menores e a ajuda financeira para o setor público e para o setor do agronegócio é bem abaixo do que se espera. Quem acaba ficando com esses prejuízos são os municípios e os próprios agricultores e pecuaristas”, completa Aguiar.
No Pará, os desastres naturais mais comuns são causados pelas fortes chuvas características do clima amazônico. No levantamento ministerial, observa-se um aumento das ocorrências desses sinistros, que ou a superar a casa das 100 e das 200 ocorrências a partir de 2017 para cá. A justificativa pode estar na melhor efetivação dos registros desses desastres.
“Não podemos descartar as questões ambientais que a cada ano aumentam a possibilidade desses desastres acontecerem, mas acreditamos também que, hoje, as equipes de Defesa Civil Municipal estão melhor preparadas e atentas às ocorrências desses fenômenos, fazendo os registros no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), que é a plataforma do governo federal responsável pelo monitoramento dessas ocorrências e, consequentemente, e fazendo com que esses números a cada ano evoluam”, explica o técnico da Famep, Ricardo Matos.
A federação orienta os municípios a formalizar o registro dos casos para fins estatísticos e para que possam orientar as políticas públicas voltadas à reparação de danos sofridos.
Além disso, a Famep apoia as prefeituras a elaborar os decretos de situação de emergência (em casos de comprometimento parcial) e do estado de calamidade pública (quando há risco à integridade humana), que possibilitam os municípios receberem aporte financeiro do estado e da União. “O governo federal também apoia ações de prevenção, mas se identifica que o investimento federal vem sendo contingenciado, dificultando o trabalho de prevenção”, conta Mota.
Ainda não há dados oficiais do governo federal sobre os desastres naturais registrados este ano, no Pará, mas o técnico da Famep aponta um aumento substancial de registros, que supera 2 mil casos ocorrências. “Os danos causados por fortes chuvas representam cerca de 75% desse total”, aponta.
O município de Terra Santa, no Baixo Amazonas, por exemplo, teve a situação de emergência reconhecida pelo governo federal, há uma semana. O Lago do Algodoal e o Rio Nhamundá transbordaram devido às fortes chuvas deixando isoladas centenas de residências situadas em áreas ribeirinhas e de várzea.
O Decreto Municipal nº 134, de 17 de maio deste ano, assinado pela prefeita Jaciara Picanço, descreve que as famílias afetadas estão “desprovidas do o a serviços, alimentos, insumos e locomoção, convivendo com perda de sua produção agrícola familiar e animais, enfim todos os seus meios de sua subsistência”, além de estarem “à mercê de doenças oportunistas por meio da veiculação hídrica devido estarem em áreas alagadas consumindo agua insalubre, despejando seus dejetos e de seus animais no rio que serve como única fonte de água para todos os seus afazeres e consumo, e ainda encontram-se desprovidas de alguns dos serviços essenciais como educação e saúde”.
Fonte:Enize Vidigal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/06/2023/09:11:46
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Lula tenta paz com o agro, cada vez mais forte na economia e no Congresso 2n2l3t
Oito dias após ter tomado posse, Luiz Inácio Lula da Silva enfrentava o seu momento mais delicado no terceiro mandato, quando uma turba com inspiração golpista invadiu e depredou as sedes dos Três Poderes em Brasília. De Araraquara, no interior paulista, onde estava, anunciou a reação do governo, com um decreto de intervenção na segurança pública da capital federal, e ou a enumerar aqueles que considerava responsáveis pela barbárie. Após indicações genéricas como “vândalos”, “nazistas”, “fascistas” e “antidemocráticos”, vieram acusações mais direcionadas. “Garimpeiros, madeireiros ilegais. Essa gente estava lá. O agronegócio maldoso, aquele agronegócio que quer utilizar agrotóxicos sem nenhum respeito à saúde humana, provavelmente também estava lá”, disse, sem apresentar nenhuma prova do que falava. A declaração não surpreendeu. Na campanha, ele já havia utilizado as expressões “fascistas” e “direitistas” para se referir ao setor, que deu apoio em massa a Jair Bolsonaro. Vitorioso, voltou à carga. “Não me preocupo quando dizem que o agro não gosta do Lula. Não quero que gostem, mas que me respeitem”, disse em novembro.
Cinco meses depois, Lula dá os primeiros sinais de que pode, finalmente, abandonar a cantilena belicista para buscar uma convivência mais saudável com o setor. Na terça-feira 6, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia Farm Show, a maior feira agrícola do Nordeste, ele anunciou 7,6 bilhões de reais para o financiamento da safra, lembrou dos bons tempos vividos pela agropecuária no seu primeiro mandato e apelou à conciliação, ao pedir que os brasileiros “joguem o ódio na lata de lixo”. O episódio contrastou com o clima de outra feira recente do setor, quando o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, cancelou a ida à Agrishow de Ribeirão Preto, em São Paulo, devido à presença de Bolsonaro, que acabaria se tornando a estrela do negócio. Enfurecido com o episódio, Lula chamou os organizadores de “povo mau-caráter, fascista e negacionista”. Não vai ser fácil apagar a memória desses ataques desnecessários. Na Bahia Farm Show, apesar de aplaudido pelos participantes do evento, com o controlado, Lula foi alvo de vaias e gritos de “ladrão” do lado de fora.
A tentativa de armistício com o campo é mais do que necessária, tendo em conta a importância cada vez maior do setor para a economia do país. Na semana ada, o agro deu novas demonstrações de sua força e relevância: com um crescimento de 21,6%, puxou para cima o PIB do primeiro trimestre, que na média teve expansão de 1,9% acima do que se esperava (veja o quadro). Entre janeiro e abril, o campo foi responsável por 49% das exportações brasileiras, um recorde. A previsão é que a safra deste ano chegue a 302 milhões de toneladas de grãos, o que também seria histórico. O país é o maior exportador mundial de soja e de carne, o terceiro maior produtor de milho e feijão e o quarto maior produtor de alimentos do mundo — atrás de Estados Unidos, China e Índia (que pode superar em 2023). Nos três últimos anos, o agro foi responsável diretamente por 359 600 vagas de empregos formais, segundo estudo da FGV Agro. “O setor gera emprego e renda em áreas em que não se tem nenhuma outra atividade econômica”, diz o economista Felippe Serigati, coordenador do Mestrado Profissional em Agronegócio da FGV.
Além do peso enorme do agro para as finanças do país, que já seria o suficiente para um presidente manter uma relação harmônica e produtiva com o setor, brigar com os empresários do campo não é um bom negócio em termos políticos. Ao longo dos anos, o setor se organizou no Congresso, criando uma bancada cada vez maior, mais coesa e organizada, que conta hoje com 300 deputados e quarenta senadores — 24% maior do que na legislatura ada. Em seu terceiro mandato, Lula, que sofre para formar uma base política no Congresso, já trombou com essa força logo no início do mandato. Contra a vontade do governo, a bancada ruralista se mostrou fundamental na aprovação do marco temporal na Câmara (que limita as demarcações de terras indígenas) e atuou para retirar funções estratégicas para o setor, como o Cadastro Ambiental Rural e a Agência Nacional de Águas (ANA) e a criação de reservas indígenas, da alçada de pastas comandadas por ministros considerados hostis como Marina Silva (Meio Ambiente) e Sonia Guajajara (Povos Indígenas). Antes, a bancada já havia sido decisiva ao impor a I do MST, ferramenta que usará para pressionar o governo e inibir as ações do movimento dos sem-terra.
Os novos capítulos dessa relação difícil entre o PT e o agronegócio fazem parte de uma longa história de desentendimentos e de desconfianças mútuas. Na primeira eleição pós-ditadura, em 1989, quando Lula ameaçou a sua primeira vitória, a UDR (União Democrática Ruralista), liderada pelo presidenciável Ronaldo Caiado, tinha como principal meta o combate ao ideário de esquerda representado pelo petista. A bancada ruralista nasceu um ano antes, durante a Constituinte de 1988, quando lutou principalmente pelo direito à propriedade privada. A frente foi oficializada em 1995, mas teve pouco protagonismo até 2008, quando ou a se chamar Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Desde então, se tornou o agrupamento mais influente e com a maior capacidade de mobilização, à frente de outros colegiados atuantes como as bancadas evangélica e da segurança. A FPA tem um site e uma revista, um think tank para traçar suas estratégias — o Instituto Pensar Agropecuária (IPA) — e uma agenda organizadíssima sobre os temas em discussão no Congresso, com um indicativo do seu posicionamento para cada projeto.
O crescimento da atuação política dos ruralistas é uma fonte de preocupação para Lula também por um outro motivo: a bancada é peça-chave em um Congresso que saiu mais inclinado à direita da eleição do ano ado. Dos 300 deputados que compõem a FPA na Câmara, 247 (82%) estão em cinco partidos que vão do centro à direita: PL, União Brasil, PP, PSD e Republicanos. Ou seja, não há a menor chance de o governo aprovar algo relevante no Parlamento sem se submeter a uma negociação com esse grupo. Para o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, que serviu como ponte de Lula para o agronegócio no primeiro mandato, a bancada ruralista se fortaleceu e representa a grande maioria das demandas da classe rural, apesar de o segmento não ser homogêneo. “Há setores que demandam mais crédito, avanços e seguros do que outros. É uma diversidade grande e, naturalmente, uns estão mais representados que outros”, analisa.
À DIREITA - Bolsonaro na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, na I do MST: discursos contra a esquerda e em defesa da propriedade privada (Miguel Schincariol/AFP; Claudio Reis/Agencia Enquadrar/Ag. O Globo/.)
Boa parte da resistência a Lula no agronegócio — e vice-versa — vem do alinhamento de um setor expressivo dos produtores rurais ao bolsonarismo. Líderes do agro foram responsáveis por parcela significativa do financiamento da campanha do ex-presidente em 2022. Oscar Luiz Cervi, da Cervi Agro, uma das maiores produtoras de grãos do país, e Cornelio Sanders, do Grupo Progresso, produtor de soja e milho, foram alguns dos maiores doadores — 1 milhão de reais cada um. Investigações da Polícia Federal apontam que empresários do agronegócio financiaram bloqueios em estradas e os atos de 8 de janeiro. A Aprosoja Brasil, uma das entidades mais importantes na representação dos produtores de soja, teve a conta bancária bloqueada pelo Supremo Tribunal Federal em 2021 por suposto financiamento de atos violentos no 7 de Setembro. “O setor rural deu muito apoio a Bolsonaro e vai continuar dando enquanto não tiver um governo que venha mostrar que está comprometido com a segurança jurídica”, diz o presidente, Antônio Galvan, investigado no inquérito dos atos antidemocráticos. “As bases de pecuaristas e sojicultores foram cativadas de modo profundo por Bolsonaro, sobretudo por uma combinação de ações simbólicas e políticas. E continuam a pressionar associações e parlamentares na direção de animosidade com o novo governo”, afirma o antropólogo Caio Pompeia, pesquisador da USP e autor do livro Formação Política do Agronegócio.
Na composição do atual governo, até que Lula tentou reduzir os danos, escolhendo a dedo o ministro da Agricultura. Carlos Fávaro tem laços fortes com o setor: é agropecuarista, senador do PSD-MT e ex-vice-presidente da Aprosoja. Apesar de trombadas como a ocorrida na Agrishow de Ribeirão Preto, ele tem sido elogiado por lideranças do campo. Na Bahia Farm Show, disse que Lula pedia a ele há tempos para participar de eventos daquele tipo em busca de aproximação com o setor e afirmou que era “hora da virada de chave”. “Para nós, a eleição acabou, agora é hora de trabalhar”, disse. Segundo ele, o principal feito do governo tem sido “andar mundo afora, mostrando o que produzimos com sustentabilidade”. “Não vão colocar a pecha nos produtores brasileiros de criminosos, que destroem o meio ambiente, não é essa a realidade”, declarou na ocasião.
PONTO DE ATRITO - Protesto contra o marco temporal: pressão a favor do projeto pode colocar o agro contra o governo (Fabio Pozzebom/Agência Brasil)
Não foi por acaso a ênfase do ministro na questão da sustentabilidade. A busca por uma posição equilibrada entre a preservação ambiental e a atividade no campo é essencial para garantir a continuidade do crescimento, sobretudo na luta por mais espaços no mercado internacional. A despeito dos avanços feitos pelos setores do campo mais modernos e antenados com essa prioridade, os concorrentes de fora ainda exploram a imagem ruim da porção mais atrasada do agro nacional. Um exemplo foi dado pela União Europeia no dia 19 de abril ao aprovar lei que obriga as empresas a comprovarem que produtos de uma série de cadeias — como gado, cacau, café, soja, madeira e papel — não vêm de áreas desmatadas. Países considerados de “alto risco” arão por uma verificação mais rigorosa. “O Brasil provavelmente se enquadrará nessa categoria, especialmente se considerarmos que o desmatamento em março foi 14% maior do que em março de 2022”, afirmou o eurodeputado luxemburguês Christophe Hansen, relator do projeto. Na semana ada, um despacho da Associated Press, que rodou o mundo, se referiu à frente ruralista no Congresso como beef caucus, expressão que pode ser traduzida, grosso modo, como “bancada do boi”, para noticiar a aprovação do marco temporal pela Câmara.
LÍDER - Colheita de soja em Salto do Jacuí (RS): o país é o maior exportador do grão (Silvio Avila/AFP)
Na era de Lula 13, na qual a bandeira ambiental é importante para abrir a porteira à reinserção dele no rol de políticos mundialmente relevantes, uma de suas obsessões do momento, não será fácil conciliar o discurso com algumas das necessidades e pretensões do agro. Ainda que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, também tenha feito recentemente acenos de paz ao lançar o novo plano contra o desmatamento, dizendo que financiará atividades agrícolas de baixo carbono, boa parte dos empresários do campo tem um pé atrás com relação às ideias e à atuação dela. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), avalia que o ministério comandado por Marina emite sinalizações “negativas”, como ao se colocar contra as mudanças da MP dos Ministérios, que retirou atribuições da pasta comandada por ela. Os ventos, no entanto, têm mudado, avalia o deputado, que vê como positiva a recente postura de Lula. “Caiu a ficha de que não pode ficar guerreando com a gente”, diz. “O agro tem feito pelo país o que os outros não estão conseguindo fazer”, completa outro líder da FPA, o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). Os parlamentares acompanham com atenção especial o que será feito na prática, sobretudo em relação a uma antiga preocupação: o crédito. “Estamos tratando de milho e soja abaixo do custo de produção e vamos precisar de seguro. A estimativa é que precisaríamos de 25 bilhões de reais para a equalização de juro”, diz Lupion. Na próxima semana, a FPA vai se reunir com os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento), Fávaro e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para tratar do tema.
APOIO - Carlos Fávaro: elogiado por representantes ruralistas, o ministro da Agricultura diz ser “hora de trabalhar” (Lula Marques/Agência Brasil)
Além da necessidade de sempre (dinheiro), a bancada ruralista tem uma agenda no Congresso que pode colocá-la de novo em rota de colisão com o governo. Se Marina é vista por parte dos empresários do campo como uma radical que impede o progresso do agro, a pauta dos ruralistas no Congresso também não é das mais fáceis de engolir. A FPA quer a aprovação do marco temporal no Senado (a gestão Lula é contra) e batalha para flexibilizar o licenciamento ambiental e facilitar a regularização fundiária, o que na prática beneficiaria boa parte das áreas cujo embargo foi anunciado por Lula no evento com Marina por serem propriedades com desmatamento. “Nosso maior interesse é ter condições de ser o maior produtor de alimentos do mundo sem aumentar área de desmatamento ilegal. Mas temos uma legislação extremamente restritiva, que é o Código Florestal”, diz Lupion. Outra prioridade é o projeto que trata de defensivos agrícolas — que a oposição ambientalista batizou de “PL do Veneno”. Todos eles já aram pela Câmara e estão no Senado. Na próxima semana, a FPA vai se reunir com o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para entregar a “pauta completa” do setor e acertar uma agenda de votações. Os movimentos tendem a provocar ruídos na relação com o governo. Será a hora de saber se o aceno de paz com o campo ficará apenas no discurso ou se terá vida longa. É urgente buscar o ponto de equilíbrio nessa área. O Brasil não ganha nada com bravatas de palanque do presidente contra um setor tão fundamental — e tampouco lucra quando parte da força política ruralista empurra o país na direção errada.
Fonte: Por Veja e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/06/2023/08:00:47
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Circuito de Negócios Agro 2023 chega a Altamira para impulsionar o agronegócio da região 4x611d
Iniciativa da Prefeitura de Altamira e Banco do Brasil é voltada a produtores rurais e vai levarassessoria e orientação sobre soluções decréditos disponíveis. – (foto:Reprodução) Nos dias 30 e 31 de maio, Altamira recebe o Circuito Negócios Agro 2023. Eventoitinerante do Banco do Brasil, realizado em parceria com a Prefeitura de Altamira, pormeio da Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri), vai oferecer oportunidades denegócios aos produtores rurais, impulsionando a economia local e promovendoconhecimento técnico e boas práticas no campo. O evento será realizado na Concha Acústica, localizada na orla do cais. Para atenderao público interessado, a “Carreta Agro”terá um veículo adaptado doBancodoBrasilinstaladonolocalàdisposiçãodosprodutoresparafornecerassessoria e orientação sobre as melhores soluções de crédito disponíveis. Essainiciativa busca facilitar o o dos agricultores a recursos financeiros. A Semagriestarápresentenoevento,levandoassociações,cooperativaseexpositores individuais, que terão a chance de expor seus produtos e participar de atividades epalestras relacionadas àslinhas de crédito. O Circuito de NegóciosAgro 2023 também buscará proporcionar ao público umaexperiência enriquecedora, com ênfase nas abordagens regionais e na participaçãode parceiros locais com a realização de palestras de assessoramento técnico, novastecnologias sociais, inovações do mercado agro, promoção e estímuloàvocaçãoeconômica regional dos diversos sistemas produtivos. Serviço Circuito Negócios Agro 2023 Data:30/05, a partir de 14 horas,e 31/05, a partir de9 horas(terça e quarta–feira); Local:Concha Acústica da Orla de Altamira; Endereço:Av. João Pessoa–Centro.
Fonte:Ascom Prefeitura de Altamira/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/05/2023/05:59:40
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Europa aprova lei ambiental que vai afetar o agronegócio 3m1i1j
DIRCEU PORTUGAL/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Lei aprovada pelo Conselho Europeu impacta cadeia de produtos como a soja
O Conselho Europeu aprovou nesta semana uma lei com caráter ambiental que impacta o comércio entre países. A regra proíbe a importação de produtos agrícolas vindos de áreas de desmatamento legal e ilegal após 31 de dezembro de 2020.
Isso impacta cadeias de produtos como soja, café, cacau, chocolate, carne bovina, madeira e borracha. Na prática, todos vão precisar comprovar a origem dos produtos para ar o mercado europeu com um processo de geolocalização e custos ao exportador para certificar a conformidade com a nova regra.
Essa lei já havia sido aprovada pelo Parlamento da Europa e agora, com o aval do Conselho Europeu, última etapa do processo, as novas regras entrarão em vigor em 20 dias após a publicação no diário oficial da União Europeia. O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), André Nassar, prevê impactos para a soja do Cerrado brasileiro.
“O exportador não vai poder colocar num navio que vai para a Europa a soja que veio de desmatamento em todo o bioma amazônico e mais ou menos 50% do Cerrado, soja plantada em área desmatada depois de 2020. Isso é o que muda, quem abriu área depois de 2020 e plantou soja, a soja não vai poder ir para a Europa”, revela.
Além da lei ambiental recém aprovada na Europa, o agronegócio começou a discutir com representantes europeus a classificação de risco-país. Isso porque a nova legislação europeia prevê também um sistema que vai classificar os países de acordo com o risco de desmatamento e degradação florestal. Quanto maior for o risco, mais exigências ao exportador serão realizadas.
Uma comitiva de deputados da Comissão de Comércio Internacional do Parlamento Europeu (INTA, na sigla em inglês) esteve em um almoço na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, nesta semana.
“A CNA está liderando a discussão no setor privado. O diálogo com os europeus não é ruim, mas o texto da lei já está pronto. No entanto, há algumas questões que ainda têm espaço, como a classificação de risco dos países. Esse é um ponto que temos que discutir com os europeus, principalmente os critérios “, explica Sueme Mori, diretora de Relações Internacionais da CNA.
A classificação de risco país impacta diretamente em quais obrigações cada país vai ter que cumprir, além das penalidades previstas de acordo com o grau de risco que o país tem. Essa classificação tem duas questões-chave: (1) taxa de desmatamento (2) taxa de crescimento de produção agrícola.
Ou seja, cada nação será avaliada de acordo com risco baixo, médio ou alto. As exigências das empresas que quiserem exportar para a Europa irão depender desse nível de risco-país para o desmatamento.
“Se olhar por apenas esses dois critérios, o Brasil vai ser classificado como alto risco e essa classificação é muito importante. A classificação dos países é discriminatória, pois não considera os diferentes níveis de desenvolvimento dos países”, acrescenta Mori.
A tendência é que a Europa revise a lei e amplie a lista de exigências e também de novos produtos e avance com mais profundidade nas questões das florestas. O movimento de leis ambientais que impactam o comércio está acontecendo também nos Estados Unidos e Reino Unido.
Impactos na pecuária
A Associação Brasileira das Indústrias de Exportadoras de Carnes (ABIEC) explica que os exportadores terão de 18 meses a dois anos para se adequarem à nova legislação europeia. O diretor de sustentabilidade da entidade, Fernando Sampaio, revela que a produção de carne bovina enviada à Europa já possui a rastreabilidade, com 100% dos animais identificados.
“Temos uma lista com as fazendas já aprovadas, que são cerca de 1.300. Mas o desafio é chegar nos [fornecedores] indiretos. Nós estamos testando como fazer, se, por exemplo, precisaremos que o fornecedor direto diga de quem ele está comprando. (…) Como estender a rastreabilidade até onde o animal nasceu e garantir que para trás não havia desmatamento [na área]”, afirma.
A associação indica que os europeus continuam sendo um mercado relevante para a carne brasileira e que estuda mecanismos para apoiar os pecuaristas de forma a não excluí-los da cadeia devido às novas regras da Europa.
Europa é o bloco que mais impõe barreiras ao Brasil
Um estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que a União Europeia é o bloco que mais impõe barreiras comerciais ao Brasil. Até o momento são 16 restrições ao nosso comércio, contra 8 da China.
Barreiras notificadas pela CNI
Só na área ambiental, são 10 medidas. Entre elas estão a que reduz os limites máximos de resíduos (LMRs) para pesticidas. Mais recentemente, o Parlamento Europeu aprovou a cobrança de um tributo das importações de produtos com base nos gases de efeito estufa emitidos na produção – o que foi chamado de taxa de carbono aos exportadores. Essa medida depende agora do aval dos 27 estados membros.
Itens como ferro, aço, alumínio, cimento, fertilizantes, eletricidade e hidrogênio já entram nessa regra a partir de 2026. Para o agro, a CNA estima que produtos do agronegócio poderão ser incluídos quando houver uma revisão dessa norma, agendada para 2027. Produtos como soja e carne bovina poderão fazer parte da regra.
Fonte:Kellen Severo/jovempan Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 25/05/2023/18:10:13
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Empresa de fertilizantes investe R$ 230 milhões em nova fábrica em Sinop 476e3w
Unidade possui capacidade para expedir até 750 mil toneladas de fertilizantes por ano (Foto>Reprodução)
Com crescimento econômico na casa dos 10% ao ano, Sinop é vista como um grande polo de desenvolvimento agrícola e importante corredor logístico para empresas ligadas ao setor produtivo. Nesta quarta-feira (10), a Cibra, uma das maiores e mais inovadoras empresas de fertilizantes do Brasil, inaugurou no município sua nova fábrica. Na unidade foram investidos R$ 230 milhões.
A unidade de Sinop é a segunda da empresa em Mato Grosso, que conta ainda com uma planta em Rondonópolis.
A nova planta, chamada de greenfield, por ter sido construída do zero, tem capacidade para expedir até 750 mil toneladas de fertilizantes por ano e irá gerar cerca de 300 empregos diretos e indiretos até 2026. A unidade conta com área total de terreno de 150 mil metros quadrados e potencialidade para receber, simultaneamente, até 100 caminhões.
A inauguração em Sinop, pontua o CEO da Cibra, Santiago Franco, faz parte do plano de expansão da companhia, que tem sede na Bahia. A previsão é que até 2026 a empresa realize investimentos na ordem de R$ 1,5 bilhão no país.
“A Cibra tem crescido e expandido o seu negócio nos últimos dez anos. É um momento muito marcante para a nossa empresa inaugura essa unidade em Sinop, que é um empreendimento feito totalmente do zero”, comenta o CEO.
Mato Grosso representa 25% do mercado da empresa
Conforme Santiago Franco, Mato Grosso é responsável por 25% das vendas da Cibra. A escolha por Sinop, explica ele, se deu por dois motivos. O primeiro pelo município ser polo de desenvolvimento agrícola e o segundo em decorrência da logística.
“A região de Sinop é importantíssima para nós. Tem potencial de continuar crescendo e a localização logística privilegiada, que permite a gente trazer produto por várias vias, corredores logísticos”, salienta o CEO, ao frisar que o município é ainda um ponto estratégico diante dos portos do Arco-Norte.
Para o prefeito de Sinop, Roberto Dorner, a chegada de mais uma empresa ao município é positiva. “Sinop é uma cidade que não para. Crescemos 10% ao ano. Estamos em busca da construção da Ferrogrão. Para nós vai ser de grande importância, porque vai baratear o frete e o custo dos produtos”.
Unidade produzirá todos os itens do portfólio da Cibra
A fábrica de Sinop irá produzir todos os itens do portfólio da Cibra, desde os elementos simples até os fertilizantes diferenciados.
A planta é a primeira da companhia a contar cm uma nova tecnologia de aplicação de micros que eleva a qualidade das misturas, proporcionando uma eficiência agronômica superior.
Fonte Canal Rural Mato Grosso/ Publicado Por:Jornal Folha do Progresso em 11/05/2023/06:42:52
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